Opinião

O absolutismo e o relativismo entram num bar

O pluralismo não necessita que cada um abdique da sua verdade nem dos seus juízos de valor pessoais. A parte difícil é como saber procurar não aquilo que “funciona para mim” mas aquilo que “funciona para todos”.

Há uns anos contava-se a anedota de que num congresso ecuménico se encontravam um rabino, um imã, um pastor protestante, outros líderes religiosos budistas, hinduístas e xintoístas — e o cardeal católico Joseph Ratzinger.