Sol da Caparica: música em português, praia, surf e cinema de animação

Estreou-se o ano passado, atraindo à margem sul do Tejo, mais propriamente ao Parque Urbano da Costa da Caparica, cerca de 65 mil espectadores. Este ano, a organização manifestou a ambição de aumentar ainda mais esse número.

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Conjugando o apelo da praia ali tão perto (há uma Praça Surf no recinto e tudo) com um cartaz constituído por música portuguesa (ou lusófono, para sermos precisos) de vários tempos, o Sol da Caparica apresenta-se como um festival de Verão, verdadeiramente veraneante, abrangente e familiar (não é por acaso que a despedida, dia 16, se inicia com uma actuação, às 10h45 de Avô Cantigas, antes de, às 15h, subir a palco Luísa Sobral).

De hoje, quinta-feira, até sábado, serão dados 33 concertos nos dois palcos do festival, do reggae ao rock, do hip hop ao fado, da música tradicional portuguesa, à música angolana ou cabo-verdiana. Nos intervalos, espaço para o cinema de animação, fruto da parceria entre Câmara Municipal de Almada, organizadora do festival, e a Monstra – Festival de Animação de Lisboa, que programou para os ecrãs do palco principal filmes, relacionados com o espírito do festival, vindos de todo o mundo.

Hoje, quinta-feira, passarão pelo Parque Urbano Camané, Resistência, Carlão, Richie Campbell, Legendary Tigerman, o brasileiro Marcelo D2 ou os UHF, a jogar em casa. Amanhã, será dia de Paulo Gonzo, Jorge Palma, Tim, Linda Martini, PAUS, OqueStrada, Brigada Vitor Jara, o angolano Paulo Flores ou Vitorino, acompanhado pelo Son Habanero. Sábado, o Sol da Caparica recebe os Xutos & Pontapés, Batida, Miguel Araújo, Luís Represas, Tiago Bettencourt, Regula, Agir ou Tito Paris.

Os bilhetes diários têm o preço de 15 euros. O passe geral custa 35 euros. Dia 16, a entrada faz-se pelo pagamento de dois euros.