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Guardas prisionais realizam vigília junto ao Ministério da Justiça

Em causa está a integração dos guardas prisionais nas novas tabelas remuneratórias, à semelhança do que aconteceu na PSP.

A paralisação de 12 dias ocorre depois de dois períodos de greve
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Os guardas prisionais querem que a profissão seja considerada de risco Paulo Pimenta

O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional realiza nesta quarta-feira uma vigília junto ao Ministério da Justiça para exigir a integração nas novas tabelas remuneratórias, pagamento do subsídio de turno e uma carreira de risco e de desgaste rápido.

O presidente do sindicato, Jorge Alves, afirmou que foi decidido avançar com a vigília, que se realiza entre as 10h30 e as 15h00, devido "à falta de resposta do Ministério da Justiça a cinco questões", estando muitas delas previstas no estatuto profissional dos guardas prisionais, que entrou em vigor em Fevereiro.

Em causa está a integração dos guardas prisionais nas novas tabelas remuneratórias, à semelhança do que aconteceu na PSP, a fusão dos dois suplementos no vencimento, o pagamento de subsídio de turno, escalas de serviço e que a profissão seja considerada de risco e de desgaste rápido, adiantou Jorge Alves.

O sindicalista explicou que os guardas prisionais querem que a profissão seja considerada de risco e de desgaste rápido devido à rotatividade dos serviços e ao aumento do número de reclusos, que são cada vez mais jovens e violento

O sindicato vai também iniciar na quinta-feira uma greve durante os turnos da noite e ao fim de semana.

A greve, que se prolonga até 6 de Junho, vai realizar-se entre as 19h00 e as 8h00, durante a semana, e aos fins-de-semana tem a duração de 24 horas.

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