Música

"A Orquestra XXI é quase como a selecção nacional"

Samuel Bastos, 26 anos, nasceu em Oliveira (Barcelos) e começou a tocar numa banda filarmónica aos 7. No oboé começou aos 10. Em 2012, foi admitido simultaneamente na Herbert von Karajan Akademie der Berliner Philharmoniker e na Opernhaus Zürich como oboista solista, posição que actualmente ocupa. Prossegue os estudos na Zürcher Hochschule der Künste, com Thomas Indermühle e, em Paris, com Maurice Bourgue. É um dos músicos portugueses na diáspora que integra a Orquestra XXI, projecto que venceu o primeiro prémio do FAZ – Ideias de Origem Portuguesa, concurso da Fundação Calouste Gulbenkian e da COTEC – Associação Empresarial para a Inovação. O galardão garantiu 25 mil euros para dar corpo a uma orquestra de 40 músicos portugueses espalhados pelo mundo. O primeiro concerto está agendado para o dia 4 de Setembro, no Mosteiro de Tibães, em Braga. Este é o terceiro de uma série de vídeos sobre a Orquestra XXI.

(Neste vídeo Samuel Bastos tocou excertos de Fantasia nº6, de G. Telemann, Adagio e Fantasia nº7, de G. T., Presto)

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