Carne de cavalo já saiu de venda há algumas semanas, assegura associação de distribuição

A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição afirma estar a colaborar com autoridades nacionais e europeias para manter a situação de fraude sob controlo.

A Spanghero pode produzir carne picada mas não pode armazenar carne congelada
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O escândalo da carne de cavalo encontrada em produtos não rotulados como tal teve origem na Irlanda, em Janeiro. Toby Melville/REUTERS

“Tudo o que estava nas prateleiras foi sujeito a testes e todos os produtos que tinham vestígios de ADN de cavalo foram retirados há já algumas semanas”, esclareceu fonte oficial da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).

As principais cadeias de hipermercados em Portugal fazem parte desta associação, excepção feita ao grupo Os Mosqueteiros.

A APED indica ainda, num comunicado divulgado esta sexta-feira, que estão a ser feitos contactos com a indústria transformadora de carne “no sentido de garantir a total fiabilidade nos produtos que comercializa”.

A Deco encontrou, esta quinta-feira, vestígios de um anti-inflamatório administrado frequentemente em animais nas amostras de carne com ADN de cavalo. Contudo, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) esclareceu que, por serem quantidades residuais, a situação não apresenta “risco para a saúde pública”. 
 

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