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Quinze minutos + três euros = Teatro Rápido

Todos os meses haverá quatro curtas peças de teatro, subordinadas a um tema, em cena nos espaços do Teatro Rápido, na Rua Serpa Pinto, em Lisboa e em horários quase simultâneos

A “felicidade” foi o tema escolhido para a inauguração do Teatro Rápido, hoje, 1 de Maio, em Lisboa, um novo conceito de representação teatral que coloca o espectador perante uma peça de 15 minutos por apenas três euros.

Todos os meses haverá quatro curtas peças de teatro, subordinadas a um tema, em cena nos espaços do Teatro Rápido, na Rua Serpa Pinto, em Lisboa e em horários quase simultâneos.

Este conceito de microteatro foi importado agora pela agência de actores Encena, que pretende estimular a carteira de artistas que representa e chegar a novos públicos. As quatro peças em torno do tema da felicidade são: “O coro dos amantes a caminho do hospital”, com encenação de Joaquim Nicolau a partir de um texto de Tiago Rodrigues, “O amor não é um fogão”, de João Matos e Raquel Palermo, “Comatose”, dos Eric L. Silva e Luciano Gomes, e “Alice é uma chata e o país das maravilhas é um bluff”, com texto e direção do realizador Vicente Alves do Ó.

As encenações são para poucos actores, porque os espaços são reduzidos, onde cabem entre 30 a 40 pessoas. O espectador poderá pagar três euros por uma peça ou 12 pelas quatro. Todas as peças estarão em cena de quinta-feira a segunda-feira com sessões entre as 17h30 e as 19h35. Os fins de semana são reservados para o teatro infantil, abrindo com “Natureza generosa”, de Maria de Vasconcelos.

Durante a semana, depois das sessões, às 21h30, a programação do Teatro Rápido incluirá outro tipo de espectáculos. Hoje e nos dias 16 e 29, a actriz Carmen Santos estará a ler textos sobre a felicidade acompanhada musicalmente por noiserv, o projecto do músico David Santos. O tema de Junho do Teatro Rápido será “Na brasa”, por causa das Festas de Lisboa, o de Julho “É com orgulho” e o de Agosto “Por ciúme”.