O futuro da TAP não acaba nos 49,9%
O ministro das Infra-estruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, defende em artigo de opinião no PÚBLICO uma segunda fase da privatização da TAP, que permita ao comprador adquirir os restantes 50,1% da companhia, e considera que o debate com a oposição sobre o futuro da transportadora deve começar já.
A Lufthansa propôs pagar 1351 milhões de euros por essa participação, dos quais 863 milhões em dinheiro e 488 milhões em acções. O valor total das duas fases poderá chegar aos 2552 milhões de euros, permitindo ao Estado recuperar parte dos 3200 milhões investidos na companhia.
Pinto Luz defende a manutenção da sede em Portugal, de Lisboa como hub e do Porto como segunda base, preservando as ligações às regiões autónomas, ao Brasil, à África lusófona e às comunidades portuguesas. O plano prevê ainda o crescimento da frota e investimentos em manutenção, engenharia e emprego.
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