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Jorge Mourinha
Crítico
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Rob Reiner (1947-2025), o “cabeça de abóbora” que conquistou Hollywood Em resposta a Simeão de Asdrúbal y Cepeda
Nos anos 1970, quando a série primeiro foi exibida em Portugal, a tradução era a mais coloquial "cabeça de abóbora". Não questiono que posteriores traduções possam ter corrigido a tradução.
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"La Commune" será no entanto exibido no próximo dia 11 no Leffest.
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Infelizmente, não.
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Neste ano fecharam 37 salas de cinema em multiplex e mais nove estarão em vias de se apagar Em resposta a Maria Ana Costa
O que é que a consciência moral de uma cineasta (concorde-se ou não com a sua posição) tem a ver com o encerramento de salas em todo o país por parte dos maiores exibidores portugueses, situação anterior que nem sequer envolve o exibidor contra a qual Teres Villaverde protesta?
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Acredito que um filme não existe isolado dos contextos em que é feito e em que é exibido. Um dos papéis da crítica é também questionar para quem e como se estreia um filme, sobretudo um filme como Lucefece, e num momento onde os problemas da distribuição estão a arrastar o cinema português para um buraco sem fundo e talvez sem regresso. Hoje, quinta feira, 3, Lucefece é exibido às 13h45 no Cinema City Alvalade, às 14h30 na Casa do Cinema de Coimbra e às 17h30 no Trindade. Concordará comigo decerto que muito do público que poderia ter interesse em vê-lo não terá oportunidade de o fazer nestes horários, e seria incorrecto não apontar que lançá-lo assim é prestar-lhe um mau serviço, independentemente da minha opinião sobre ele.
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O filme ser contado do ponto da vista da presença não é um spoiler, porque isso não é escondido por ninguém, e mesmo que o espectador não o saiba antes de entrar percebe-o ao fim de dez minutos de filme. O verdadeiro spoiler é revelar a identidade da presença.
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Na serie de televisão que foi posteriormente feita. No filme, que é anterior, foi Donald Sutherland que criou a personagem.
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Como assim?
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Roger Koza: “É como se vivêssemos num mundo sem água — e vocês a tivessem” Em resposta a jorge.mourinha
Gostava de esclarecer que não fui eu quem escreveu este comentário. Gostava de saber quem foi e como acedeu à minha conta…
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Que entrevista maravilhosa. Parabéns! Mas falar com o Roger é sempre um prazer. Ele é mesmo um dos grandes.






