Acordo Ortográfico

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Não há duas pessoas que sigam o Acordo Ortográfico e que concordem quanto àquilo que é o Acordo. A “norma” (com setenta aspas de cada lado) é lábil, difusa, imprecisa – só não vê quem não quer ver.

  • Não há duas pessoas que sigam o Acordo Ortográfico e que concordem quanto àquilo que é o Acordo. A “norma” (com setenta aspas de cada lado) é lábil, difusa, imprecisa – só não vê quem não quer ver.

  • Em Portugal, só precisamos de uma desgraça para descobrir uma dúzia delas, encobertas. Tão encobertas como a verdade.

  • Qualquer reforma, para ser consequente, deveria atender a uma lógica harmónica e eminentemente ortográfica.

  • Do “inteletual” ao “óvio”, os disparates induzidos pelo acordo ortográfico são uma praga que veio para ficar.

  • A reforma ortográfica que se quer impor aos portugueses está cheia de erros técnicos. É urgente revogá-la.

  • Regredimos, em pleno século XXI português, aos tempos em que a instabilidade ortográfica era vulgar