A exposição que deslinda o mistério da fotojornalista Ruth Orkin

Ruth Orkin — A Ilusão do Tempo está em Cascais com Rapariga Americana em Itália, a imagem mais famosa da fotojornalista que inventou uma nova língua para a fotografia com o cinema.

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Rapariga Americana em Itália, Florença, Itália, 1951 Ruth Orkin
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CPS Silhouette, 1955 Ruth Orkin
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Viagem de bicicleta, 1939 Ruth Orkin
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Do alto, Raparigas a girar na rua, 1948 Ruth Orkin
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É a imagem que é tanto o que catapultou Ruth Orkin da obscuridade reservada às mulheres fotojornalistas em grande parte do século XX para a relevância do século XXI, quanto suscita a mais banal das perguntas jornalísticas. “Quando olha para Rapariga Americana em Itália, que sentimento lhe transmite?”, pergunta o PÚBLICO à curadora da exposição Ruth Orkin — A Ilusão do Tempo, patente em Cascais. “Horrível. É do mais ameaçador”, responde sem hesitar. Uma mulher de 23 anos passa na rua em Florença em 1951 por 15 homens, um dos quais toca na própria braguilha. “Ela deve ter-se sentido tão desconfortável”, imagina Anne Morin.

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