Estamos a perder a noite: o brilho no céu duplicou na última década

Há iluminação a mais e satélites de baixa altitude que não ajudam. A poluição luminosa aumenta todos os anos e os dados colocam Portugal no topo dos poluentes europeus.

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A poluição luminosa está mais presente nas cidades, mas em Portugal já não há locais sem qualquer poluição Nuno Ferreira Santos

Lembra-se de como era olhar para o céu há duas décadas? Talvez tenha notado que há menos escuridão — e também menos estrelas para observar. É simples de colocar as coisas em perspectiva: se, num determinado local, conseguimos ver hoje 250 estrelas, daqui a 18 anos é muito provável que vejamos menos de uma centena de estrelas no mesmo local. Este é o resultado mais imediato da poluição luminosa, se mantivermos a tendência de tornar o céu cada vez mais brilhante.

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