No bailado de Kiev, a certeza de um final feliz

O Natal é época de magia, mesmo quando o amanhã é uma incógnita. Durante duas horas, a segurança de um conto de fadas pode transmitir o conforto que não existe lá fora. Dos nossos enviados à Ucrânia

Foto
Miguel Manso

De pé em frente ao grande espelho, Viktor Ishcuk assiste sorridente ao desenrolar da cena. Uns dez bailarinos em fato de treino movimentam-se de um lado para o outro da sala de ensaios, saltando e rodopiando à volta de uma única bailarina, que finge um ar aterrorizado. A televisão numa das paredes está a passar imagens da mesma cena, mas de uma representação pública, e ouve-se Na gruta do rei da montanha.

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