As urgências do SNS e a recorrência do “caos”

Há 1,4 milhões de utentes sem médico de família. É pior em Lisboa — a tal região onde as urgências entopem e vão continuar a entupir se os centros de saúde não forem reforçados.

O ministro da Saúde diz que “não há caos” nas urgências dos hospitais. Há “dificuldades”, mas não caos, porque as pessoas vão sendo atendidas — nem que isso leve dez ou 11 horas. Ainda assim, Manuel Pizarro reconheceu que o cenário é grave. Lembrou que a urgência deve ser mesmo para os casos urgentes. E apelou à “compreensão” dos que esperam.

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