Do Qatar a Odemira ou ao largo de Camões

Em vez de perdermos tempo com simbólicas ausências ou visitas, as nossas forças serão mais bem empregues a fazer pressão para que Governo, deputados, autarquias, polícias façam o seu trabalho.

Por estes dias, a frente da luta pelos direitos laborais esteve no Qatar, assim o determinaram as leis da atenção. A falta de direitos dos trabalhadores, as condições de segurança, as mortes em acidente de trabalho, a odiosa kafala – uma herança colonial que obriga o trabalhador a ter um intermediário, que fica responsável pelo seu visto de permanência –, o que não falta é matéria para manchar a festa do futebol com bons princípios.

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