Guardas e militares: não havia um contínuo em São Bento?

O Governo e todos os democratas deviam privilegiar as associações profissionais dos membros das forças de segurança e dos militares que dão a cara e não os que se movimentam nos “esgotos sociais”

No passado sábado, à tarde, cerca de quinhentos agentes das forças de segurança (PSP e GNR) e militares das Forças Armadas manifestaram-se, em São Bento, à porta da residência oficial do primeiro-ministro, António Costa, exigindo aumentos salariais mais expressivos. No final, como gesto simbólico do que pensam ser o que o Governo tem cedido nas negociações, pretendiam entregar uma caixa vazia. Mas em São Bento ninguém estava disponível para os receber e nem sequer para aceitar a caixa simbólica.

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