Jorge Fernandes, a cronologia de um ippon anunciado

Um inquérito promovido pelo IPDJ confirmou que o presidente da Federação Portuguesa de Judo ocupa o cargo “ilegalmente desde o seu primeiro mandato” e contratou o filho para o organismo que preside.

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O judo português vive momentos de turbulência MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Vinte e nove dias depois de Telma Monteiro e mais cinco judocas reiterarem, numa carta enviada ao secretário de Estado da Juventude e do Desporto (SEJD), um pedido de intervenção de João Paulo Correia num diferendo entre atletas e o presidente da Federação Portuguesa de Judo (FPJ), o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) anunciou as conclusões de um inquérito que confirma que Jorge Fernandes ocupa o cargo de líder federativo “ilegalmente” desde 2017 e contratou o filho para o organismo que ainda preside. A ilação surge dois anos depois de o instituto ter sido alertado, por duas denúncias, para a existência de “irregularidades e incumprimentos” que envolviam a FPJ.

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