Montenegro na liderança é “uma mudança da água para o vinho”. Mas não em tudo

Ao cumprir 100 dias enquanto líder do PSD, Luís Montenegro recebe elogios pelo seu estilo de oposição e tem conseguido marcar a agenda política. Mas há uma pedra no sapato e chama-se Chega.

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Luís Montenegro tem um novo estilo de liderança, mas um mesmo problema com o Chega Paulo Pimenta

Em 100 dias, Luís Montenegro pôs prego a fundo na agenda política do PSD, percorreu mais de 40 mil quilómetros pelo país, antecipou-se ao Governo na apresentação de um programa de emergência social e nas prioridades do partido no Orçamento do Estado para 2023 e sentou-se com António Costa para um entendimento quanto ao futuro aeroporto. Mas nem tudo é estado de graça. Dentro do partido ainda resistem apoiantes de Rui Rio que não apreciam o seu tom mais “assertivo” e sociais-democratas que vêem com maus olhos a relação com o Chega.

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