Diferendo entre federações “está a matar o kickboxing português”

A Federação Portuguesa de Kickboxing e Muaythai mantém o estatuto de Utilidade Pública Desportiva, apesar de “estar representada” numa associação que não é reconhecida pelo Comité Olímpico ou pela Agência Mundial de Antidopagem.

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Nuno Ferreira Santos

O enredo é complexo, já conta com muitos capítulos e pode “acabar com uma geração do kickboxing em termos internacionais”. Uma disputa entre duas federações portuguesas, que reivindicam a tutela das disciplinas do kickboxing, coloca, em pólos opostos, a Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto (SEJD) e a World Association of Kickboxing Organizations (WAKO), a federação mundial reconhecida pelo Comité Olímpico Internacional (COI). Em causa está a renovação do estatuto de Utilidade Pública Desportiva (UPD) da Federação Portuguesa de Kickboxing e Muaythai (FPKMT), validada por esta “estar representada” numa associação que não é reconhecida pelo COI ou pela Agência Mundial Antidopagem (AMA).

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