Relato de uma aventura antropológica

Se Nheengatu é “cinema e antropologia”, domínio nobre da tradição documental, é mais “antropologia” do que “cinema”.

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José Barahona é um dos realizadores portugueses (pensamos ainda em Sérgio Tréfaut, sobretudo) que mais têm trabalhado a relação com temáticas brasileiras. Depois de em Alma Clandestina ter composto um olhar sobre o tempo da ditadura através da visita à biografia de uma figura da oposição (Dora Barcellos), em Nheengatu vai mais fundo no tempo e no rasto, partindo em busca dos poucos falantes da “língua da Amazónia” (uma língua compósita, maioritariamente de origem indígena mas com algumas influências portuguesas) que ainda restam, uma língua que a dada altura do avanço na colonização e conversão do território foi proibida e, em sequência disso, quase extinta.

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