Emma Thompson em busca do orgasmo perdido

Dois actores em estado de graça elevam ao patamar superior o que poderia ficar-se por um telefilme de qualidade britânica.

cultura,ipsilon,ken-loach,critica,cinema,culturaipsilon,
Fotogaleria
Dois actores que pegam nas suas personagens e lhes dão corpo, consistência, veracidade
cultura,ipsilon,ken-loach,critica,cinema,culturaipsilon,
Fotogaleria
Dois actores que pegam nas suas personagens e lhes dão corpo, consistência, veracidade
cultura,ipsilon,ken-loach,critica,cinema,culturaipsilon,
Fotogaleria
Dois actores que pegam nas suas personagens e lhes dão corpo, consistência, veracidade
cultura,ipsilon,ken-loach,critica,cinema,culturaipsilon,
Fotogaleria
Dois actores que pegam nas suas personagens e lhes dão corpo, consistência, veracidade
,Emma Thompson e Daryl McCormack
Fotogaleria
Dois actores que pegam nas suas personagens e lhes dão corpo, consistência, veracidade

Ponto de ordem à mesa: com outros actores Boa Sorte, Leo Grande não mereceria as três estrelas que acima lhe damos. Não porque haja alguma coisa de errado nele: apenas porque o filme da australiana Sophie Hyde, escrito pela comediante e actriz Katy Brand, tem toda a escola da “produção corrente” britânica que recua aos tempos gloriosos dos filmes “teledramáticos” sociais de realizadores como Stephen Frears ou Ken Loach. Isto é: o argumento como base de tudo, a mise en scène como pura ilustração funcional, e o “tema” no centro. Aqui: a sexualidade feminina uma vez passada a meia-idade, a precariedade dos trabalhadores do sexo, a objectificação do corpo perfeito e a estigmatização do prazer feminino, a partir da história de uma viúva que decide contratar um trabalhador do sexo para sentir o prazer que nunca sentiu em trinta anos de casamento – isto é, o orgasmo que nunca teve.

Sugerir correcção
Comentar