O corpo de baile colectivo de Victor Hugo Pontes é um gesto político

Sete intérpretes com corpos de escalas e histórias diferentes unem-se no palco do Fórum Municipal Luísa Todi, em Setúbal. Juntos e em movimento, já não se representam a si mesmos, mas um Corpo Clandestino, a nova criação do coreógrafo português.

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Corpo Clandestino faz-se de "pessoas muito singulares e com uma fisicalidade muito própria”, diz o coreógrafo Paulo Pimenta

É uma verdade universalmente conhecida que todos os corpos são diferentes entre si, mas cada corpo é diferente à sua maneira. Parte dessa diferença está camuflada no quotidiano, não é visível ou não a queremos ver. Victor Hugo Pontes trá-la à luz, junta-a em palco e forma um colectivo que se move com a complexidade de um gesto político.

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