Shakespeare trocado por miúdos

Porque é Infinito, nova criação de Victor Hugo Pontes, reescreve Romeu e Julieta para questionar o que pode ser o amor para quem está a viver os confusos dias da adolescência. Estreia-se a 1 de Dezembro, no Teatro Nacional São João.

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Paulo Pimenta

Victor Hugo Pontes (n. 1978) diz ser a pessoa “mais improvável do mundo” para falar de amor. Mas vai fazê-lo na mesma. Vai fazê-lo porque Nuno Cardoso, amigo/colega de longa data e director artístico do Teatro Nacional São João (TNSJ), no Porto, o desafiou a revisitar Romeu e Julieta, clássico de Shakespeare. O coreógrafo nascido em Guimarães respondeu com a criação de Porque é Infinito, espectáculo em que oito actores/bailarinos entre os 15 e os 20 anos (mais os “graúdos” António Júlio, Pedro Frias e Vera Santos) questionam o que pode ser o amor para quem está a viver os confusos dias da adolescência.

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