Jorge Moniz e Cinematheque, uma aventura neoclássica com o cinema por horizonte

Compositor apresenta ao vivo o seu mais recente trabalho, Cinematheque, no Dia Mundial da Música, no Fórum Cultural do Seixal. Uma aventura neoclássica para seguir como um filme.

Foto
Jorge Moniz MARIA LÁZARO

Foi lançado em 2021 e criado em plena pandemia. Mas só desde Janeiro deste ano é que Jorge Moniz, pianista e baterista com formação clássica e jazzística tem vindo a apresentá-lo ao vivo. Começou em Castelo Branco, dia 29 de Janeiro, no único concerto até à data acompanhado por imagens, o que só agora voltará a acontecer no Fórum Cultural do Seixal, no dia 1 de Outubro (Dia Mundial da Música), às 21h30, com entrada livre. Porque as imagens estão desde o início associadas a este projecto, Cinematheque, que é o seu terceiro álbum, sucessor de Deambulações (2010) e Inquieta Luz (2014). Um álbum que, além de Jorge Moniz, o autor de quase todas as composições (piano, Rhodes, electrónica), contou com um quarteto de cordas (Jorge Vinha e Francisco Ramos, violinos; Eurico Cardoso, viola; e Emídio Coutinho, violoncelo), clarinete baixo (Ana Rita Pratas) e voz (Inês Jacques). No concerto do Seixal, por razões de agenda, Eurico Cardoso e Ana Rita Pratas serão substituídos por Joana Tavares e Luís Gomes.

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