Médica de Santa Maria recusa negligência com refugiado: “Fizemos mais do que habitual”

Serviço Jesuíta de Apoio aos Refugiados (JRS) fez queixa de hospital por negligência e discriminação a refugiado da Guiné-Conacri e acusou médicos de não dialogar com instituição. Nídia Zózimo, responsável por uma das equipas do serviço onde Ibrahima esteve internado, diz que doente teve cuidados psicológicos e paliativos e acusa JRS de nunca os ter contactado.

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O Hospital de Santa Maria, em Lisboa, está a averiguar o sucedido Diego Nery

A médica Nídia Zózimo, responsável de equipa no serviço de Gastroenterologia do Hospital de Santa Maria, nega ter existido qualquer negligência médica em relação a Ibrahima, refugiado da Guiné-Conacri sobre quem o Serviço Jesuíta de Apoio ao Refugiado - JRS se queixou de ter sido alvo de negligência e racismo pelo hospital.

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