Sharunas Bartas: um exército nas sombras

A psicologia colectiva de um grupo de personagens face a um ocupante: é este desnudar do “carácter” de cada um que move Na Penumbra, de Sharunas Bartas.

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Com Na Penumbra voltamos ao convívio com o realizador Sharunas Bartas. O filme já é de 2019, mas é o mais recente trabalho estreado por Bartas, e sucede a Geada, um filme de 2017 que marcou o regresso do lituano ao circuito comercial português depois de uma ausência de largos anos. Aliás, foi quase um eclipse: quem estava cá nos anos 90 lembra-se de como a descoberta internacional de Bartas, na altura um jovem post-punk com pouco mais de 30 anos, com os seus filmes que alguém descreveu como resultantes de um cruzamento entre Tarkovski e os Joy Division, fez dele uma coqueluche da época, talvez a primeira vedeta cinematográfica vinda das antigas repúblicas soviéticas então de recentíssima independência.

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