Richie Hawtin: “A cultura electrónica é um importante lugar de mudança social”

Foi construindo o seu perfil como um dos pilares do tecno, seja em nome próprio ou como Plastikman, ao mesmo tempo que o Sónar se projectava globalmente. O festival chega esta sexta-feira a Lisboa para uma 1ª edição, no dia em que Richie Hawtin actua, lança um álbum com Gonzales e adianta estar a construir um estúdio na Comporta.

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WILLY VANDERPERRE

Curioso, investigador, procurando nas profundezas de si próprio e do som com o pseudónimo Plastikman ou enfrentando multidões dançantes em nome próprio dando a ver de si facetas mais exteriorizadas: ao longo de três décadas tem sido assim com Richie Hawtin, um dos grandes nomes da 1ª edição lisboeta do festival Sónar que, desde os anos 90, se tem projectado, a partir de Barcelona, como um dos mais importantes do mundo na intersecção entre música electrónica, da mais dançante à exploratória, com a tecnologia e a arte.

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