Homens ao mar

Não se pedia um Master and Commander, mas esta adaptação de Bernardo Santareno acaba por se reduzir ao compacto televisivo em que muita produção nacional ainda insiste, desperdiçando material e actores.

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Portugal continua a viver no equívoco permanente que é chamar “cinema” ao que não passa de “reembalagens” de séries televisivas em “compactos” com honras de estreia em sala (e que, na grande maioria dos casos, nem sequer atraem muito público). É, outra vez, isso que temos em Terra Nova, cuja versão TV já foi exibida na RTP e que chega agora ao cinema num filme que deveria ter estreado em sala antes da série, no exacto momento em que a pandemia encerrou os cinemas. 

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Portugal continua a viver no equívoco permanente que é chamar “cinema” ao que não passa de “reembalagens” de séries televisivas em “compactos” com honras de estreia em sala (e que, na grande maioria dos casos, nem sequer atraem muito público). É, outra vez, isso que temos em Terra Nova, cuja versão TV já foi exibida na RTP e que chega agora ao cinema num filme que deveria ter estreado em sala antes da série, no exacto momento em que a pandemia encerrou os cinemas.