Danijoy e Daniel morreram com minutos de diferença na mesma prisão. PJ nunca foi chamada a investigar

Dois jovens morreram na manhã de 15 de Setembro na prisão de Lisboa. O Ministério Público arquivou os inquéritos, mas as famílias não se conformam. Sem antecedentes criminais, Danijoy foi condenado a seis anos de prisão efectiva por roubar telemóveis no metro. Penalista diz que é difícil compreender como não ficou em prisão domiciliária.

prisoes,ministerio-justica,sociedade,portugal,crime,justica,
Fotogaleria
Alice Santos segura na foto do filho Danijoy Pontes Rui Gaudêncio
prisoes,ministerio-justica,sociedade,portugal,crime,justica,
Fotogaleria
Rui Gaudêncio
prisoes,ministerio-justica,sociedade,portugal,crime,justica,
Fotogaleria
Rui Gaudêncio
prisoes,ministerio-justica,sociedade,portugal,crime,justica,
Fotogaleria
A mãe com o padrasto, à esquerda, e o pai, à direita Rui Gaudêncio
Camisa
Fotogaleria
Luísa Santos também se queixa que a advogada se desligou do caso Nuno Ferreira Santos
prisoes,ministerio-justica,sociedade,portugal,crime,justica,
Fotogaleria
Nuno Ferreira Santos
Humano
Fotogaleria
Nuno Ferreira Santos

A última vez que Alice Quaresma dos Santos esteve com o filho Danijoy Pontes, de 23 anos, foi a 12 de Julho, dia do julgamento no Juízo Central Criminal de Lisboa que lhe ditou a sentença. Sem antecedentes criminais, com cadastro limpo, Danijoy foi condenado a seis anos de prisão pelo roubo de telemóveis por esticão em transportes públicos. Os vários roubos aconteceram num período de tempo que não chegou a um mês.