Casa Nepalesa: uma sopa de cabrito para subirmos aos Himalaias

O clássico Casa Nepalesa renasce mais próximo dos sabores genuínos. Sem concessões às preferências ocidentais, aqui servem-se as especialidades que as mães e as avós do Nepal cozinham para os filhos, mas com as melhores carnes portuguesas envolvidas nas especiarias moídas na hora.

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A Casa Nepalesa quer ser uma montra da verdadeira gastronomia do Nepal Daniel Rocha

Quando eram pequenos, no Nepal, Tanka Sapkota e o irmão Yogesh comiam uma reconfortante sopa de cabrito de cada vez que ficavam doentes. Era uma espécie de canja da mãe ou da avó, capaz de fazer renascer o ânimo mesmo na criança mais desanimada por se ver impedida de ir brincar com os amigos. É esse sabor da infância, desse conforto da casa, numa mistura sábia entre a profundidade da carne de cabrito, o equilíbrio das especiarias e a frescura do gengibre que nos chega no prato que acaba de ser colocado à nossa frente.

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Quando eram pequenos, no Nepal, Tanka Sapkota e o irmão Yogesh comiam uma reconfortante sopa de cabrito de cada vez que ficavam doentes. Era uma espécie de canja da mãe ou da avó, capaz de fazer renascer o ânimo mesmo na criança mais desanimada por se ver impedida de ir brincar com os amigos. É esse sabor da infância, desse conforto da casa, numa mistura sábia entre a profundidade da carne de cabrito, o equilíbrio das especiarias e a frescura do gengibre que nos chega no prato que acaba de ser colocado à nossa frente.