Ginastas americanas fora da aldeia olímpica para fugirem à covid-19

A federação de ginástica dos Estados Unidos já confirmou, entretanto, que Kara Eaker, uma das atletas suplentes, está com covid-19 e que outra das atletas de reserva, Leanne Wong, foi colocada em isolamento.

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Simone Biles, atleta dos Estados Unidos Reuters/ISSEI KATO

Simone Biles e a restante equipa norte-americana da ginástica não vão ficar instaladas na aldeia olímpica durante os Jogos de Tóquio. A decisão foi anunciada nesta quarta-feira e coincide com o aumento de casos positivos de covid-19 nas instalações reservadas aos mais de dez mil atletas.

Assim, na preparação para as muito aguardadas medalhas de ouro, Simone Biles dormirá num hotel, já que a comitiva norte-americana considera ser mais fácil fugir à pandemia estando fora da aldeia olímpica.

“Sabemos que ficar na aldeia olímpica não é o ideal durante uma pandemia. Sentimos que podemos controlar melhor os atletas e a nossa segurança num hotel”, explicou a treinadora Cecile Landi, no Twitter.

A Federação de ginástica dos Estados Unidos já confirmou, entretanto, que Kara Eaker, uma das atletas suplentes, está com covid-19 e que outra das atletas de reserva, Leanne Wong, foi colocada em isolamento. Isto significa que, entre dez atletas que compõem a equipa feminina de ginástica dos Estados Unidos, duas estão isoladas neste momento, a dois dias do início oficial dos Jogos.

A decisão da comitiva norte-americana será uma resposta aos casos de covid-19 já registados na aldeia olímpica. Há, até ver, quatro atletas infectados: a chilena Fernanda Aguirre, do taekwondo, a holandesa Candy Jacobs, do skate, e dois checos: Pavel Sirucek, do ténis de mesa, e Ondrej Perusic, do voleibol de praia.