Eis como Jodie Foster ganhou o controle da sua vida depois da morte de Napoleão

A actriz, 58 anos, recebeu uma Palma de Honra especial para a carreira e foi uma das convidadas que vieram serenar a cavalgada de filmes do Festival de Cannes protagonizando espaços abertos à conversa com o público.

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Jodie Foster na conferência desta tarde em Cannes Gonzalo Fuentes/REUTERS

Em primeira mão para o mundo, a triste história do final de Napoleão. Era um yorkshire terrier, despenhou-se das escadas do aeroporto de Los Angeles. Jodie Foster, que nunca contara antes essa história “horrível” e que não encontra explicação para a ter contado agora, 45 anos depois de ela ter acontecido, coloca-se nos sapatos da criança que era quando voou para Nice, França, para a edição que estrearia Taxi Driver, de Martin Scorsese (e mais três filmes com ela: Bugsy Malone, de Alan Parker, Echoes of a Summer, de Don Taylor, The Little Girl Who Lives Down the Lane, de Nicolas Gessner). E Jodie lembra-se de ter sentido que tudo o que acontecesse depois seria sacrificial, em prol de Napoleão.

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