Os jovens que lutam pela UE: quando o sonho europeu ainda não morreu

A 9 de Maio de 1950 assinava-se a Declaração de Schuman, onde se propunham as primeiras bases para “uma federação europeia”. A ambição de ter uma UE mais unida continua presente entre estes jovens, 71 anos depois.

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Encontro do Comité Federal em Londres, em 2019, uma semana antes da data original da saída do Reino Unido, onde participaram numa manifestação a favor da permanência do Reino Unido da UE
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Conferência sobre as regiões e integração europeia numa sessão do Comité Federal do JEF em 2018, com Leonie Martin à direita, a eurodeputada Sirpa Pietikäinen, no centro, e Pekka Myllymäki, dirigente do Conselho Regional do Sudoeste da Finlândia
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Jana Degrott, à direita, na 25.º conferência anual dos Conselhos Consultivos Europeus de Ambiente e de Desenvolvimento Sustentável (EEAC)
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Presidente da Federação Nacional de Estudos Europeus, Luís Marques, na sessão de abertura da I edição da Academia Europa Lousã 2018

Leonie Martin, de 30 anos, fez da mobilidade entre países rotina, também por ter crescido nos Países Baixos, perto das fronteiras com a Bélgica e a Alemanha. Só com a pandemia quebrou a rotina de não passar muitas semanas no mesmo local e foi confrontada com as histórias dos pais dos anos 1980, antes do espaço Schengen, quando era preciso “esperar na fronteira ou ligar aos amigos para perguntar se a Polícia estava na fronteira”.

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