A Notre-Dame vai para a história das fake news

Já há artigos a dizer quem, como e porquê e há livros a revelar os bastidores. Parece histórico, mas é o presente. A operação dos agitadores profissionais da extrema-direita após o fogo da Notre-Dame é um retrato-chave da vida moderna.

Acabo de ler uma notícia sobre a visita do Presidente francês, Emmanuel Macron, à Catedral de Notre-Dame, em Paris — ainda fechada por causa do incêndio de 2019 — e não resisto a voltar ao ensaio O Crepúsculo da Democracia, de Anne Applebaum.