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A pandemia empurra os indianos para o interior das florestas — onde os tigres espreitam

Na Índia, a pandemia tem obrigado muitas famílias a ter de pescar no interior de Sundarbans, arriscando-se a um encontro fatal com um tigre. Além disso, o aumento da frequência de tempestades, provocadas pelas alterações climáticas, torna muitos terrenos agrícolas inférteis e faz aumentar as dificuldades. "Se eu não for para a selva, não terei comida suficiente.”

Parul Haldar, 39 anos, cujo marido morreu devido a um ataque de tigres, e a sua filha Papri Haldar, 11 anos, viajam pela ilha de Satjelia num barco em Sundarbans, Índia, a 20 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
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Parul Haldar, 39 anos, cujo marido morreu devido a um ataque de tigres, e a sua filha Papri Haldar, 11 anos, viajam pela ilha de Satjelia num barco em Sundarbans, Índia, a 20 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS

Parul Haldar é uma das mulheres que perdeu o marido em sequência de um ataque de um tigre, enquanto pescava nas florestas de mangue em Sundarbans, na Índia. Agora, sem a ajuda do companheiro há quatro anos, é ela que tem de estar na proa do pequeno barco de madeira a puxar as redes do rio, descreve a Reuters. 

Ashtami Mondal, de 29 anos, viu o marido Haripada Mondal pela última vez em Março de 2020. Seria encontrado morto meses depois, em Setembro, vítima de um ataque semelhante, deixando um filho de 9 anos. Haripada era o único a ter dinheiro para sustentar a família e saiu para pescar poucos dias antes do confinamento nacional devido à covid-19. “Se não houvesse nenhum confinamento ou coronavírus, ele teria saído daqui para trabalhar [noutros locais da Índia]”, diz Ashtami, à agência.

​Em Sundarbansuma área ecologicamente frágil, composta por pequenas ilhas, há cerca de 10 mil quilómetros quadrados de árvores junto aos rios. A zona é conhecida pela floresta de mangue e pela população de tigres, cujos ataques fatais a humanos têm vindo a ser mais frequentes: de acordo com o director da reserva de tigres Tapas Das, cinco pessoas foram mortas desde Abril de 2020, enquanto os meios de comunicação locais dão conta de 21 mortes no ano passado. A covid-19 é apontada como um novo factor que justifica este aumento, pois fez com que dezenas de milhares de pessoas tivessem de pescar nos rios das florestas locais por não estarem a ganhar dinheiro noutros trabalhos pela Índia.

É o caso de Haldar, mãe solteira de quatro filhos, que se coloca em risco sempre que vai pescar. É a prova viva das crescentes pressões económicas e ecológicas que enfrentam as mais de 14 milhões de pessoas que vivem na área, tanto do lado da Índia, como do Bangladesh. A agricultura escasseia e há cada vez mais trabalhadores migrantes, que agora não se podem deslocar por causa da covid-19. Haldar depende como nunca do que encontra no delta, por isso todos os dias arrisca-se a ter um encontro fatal com um tigre.

"Quando entro na floresta, sinto que tenho a minha vida nas mãos", conta Haldar, de 39 anos, sentada à porta da sua casa em Satjelia, depois de regressar da pesca. É o que faz grande parte do dia – é da apanha de peixe que vem o dinheiro para gerir a casa e para a escola da filha Paril, de 11 anos. "Por mais difícil que seja, eu quero educá-la", diz à Reuters. Para além disso, duas vezes por mês, viaja pelo interior das florestas para capturar caranguejos, remando seis horas num barco raquítico, juntamente com a sua mãe. "Se eu não for para a selva, não terei comida suficiente.”

Investigadores afirmam que as tempestades ciclónicas, provocadas pelas alterações climáticas, têm sido mais intensas e mais frequentes na área. Como muitas das ilhas estão abaixo do nível das águas do mar, ficam em risco casas e quintas que estavam protegidas por aterros, além de as culturas ficarem cobertas de água salina, originando terras inférteis durante meses – foi o que aconteceu a 1500 famílias em 2020, entre as quais a de Nagin Munda. "Já não tenho peixe no meu lago, não tenho vegetais no meu jardim e metade da minha cultura de arroz desapareceu", lamenta o agricultor de 50 anos.

Papri Haldar, 11 anos, cujo pai morreu atacado por tigres enquanto pescava no interior da floresta, espreita para fora da sua casa na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 20 de Novembro de 2020.
Papri Haldar, 11 anos, cujo pai morreu atacado por tigres enquanto pescava no interior da floresta, espreita para fora da sua casa na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 20 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Ashtami Mondal, 30 anos, cujo marido Haripada, 31 anos, morreu na sequência de um ataque de tigres quando foi pescar nos rios à volta de Kumirmari durante o confinamento devido à covid-19, limpa utensílios numa lagoa junto à sua casa na ilha de Kumirmari, em Sundarbans, Índia, a 19 de Novembro de 2020.
Ashtami Mondal, 30 anos, cujo marido Haripada, 31 anos, morreu na sequência de um ataque de tigres quando foi pescar nos rios à volta de Kumirmari durante o confinamento devido à covid-19, limpa utensílios numa lagoa junto à sua casa na ilha de Kumirmari, em Sundarbans, Índia, a 19 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Uma mulher e um menino colhem arroz com uma debulhadora na ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 15 de Dezembro de 2019.
Uma mulher e um menino colhem arroz com uma debulhadora na ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 15 de Dezembro de 2019. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Homens num barco a passar por árvores costeiras à volta da ilha de Satjelia em Sundarbans, Índia, a 15 de Dezembro de 2019.
Homens num barco a passar por árvores costeiras à volta da ilha de Satjelia em Sundarbans, Índia, a 15 de Dezembro de 2019. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Ashtami Mondal, 30 anos, conta que o marido Haripada, de 31 anos, morto por tigres, era o único a ganhar dinheiro na família. Em meados de Março, regressou a casa depois do trabalho e disse que ia pescar "para ajudar nas despesas domésticas". Saiu de casa ao amanhecer, foi para a floresta e os tigres mataram-no.
Ashtami Mondal, 30 anos, conta que o marido Haripada, de 31 anos, morto por tigres, era o único a ganhar dinheiro na família. Em meados de Março, regressou a casa depois do trabalho e disse que ia pescar "para ajudar nas despesas domésticas". Saiu de casa ao amanhecer, foi para a floresta e os tigres mataram-no. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Subhadra haldar, de 78 anos, cujo marido morreu atacado por tigres, posa para a fotografia no exterior da sua casa na ilha de Gosaba, em Sundarbans, Índia, a 17 de Dezembro de 2019.
Subhadra haldar, de 78 anos, cujo marido morreu atacado por tigres, posa para a fotografia no exterior da sua casa na ilha de Gosaba, em Sundarbans, Índia, a 17 de Dezembro de 2019. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Uma mulher lava utensílios num lago no exterior da sua casa, na ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 15 de Dezembro de 2019.
Uma mulher lava utensílios num lago no exterior da sua casa, na ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 15 de Dezembro de 2019. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Parul Haldar (R), de 39 anos, cujo marido morreu devido a um ataque de tigres durante uma pesca, o seu irmão Nitai Mandal, 32 anos, e a sua mãe Lakshmi Mandal, 65 anos, remam um barco perto da floresta de Sundarban Tiger Reserve (STR) próximo da ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 20 de Novembro de 2020. De acordo com o director da Sundarban Tiger Reserve, Tapas Das, cinco pessoas foram mortas por tigres desde Abril.
Parul Haldar (R), de 39 anos, cujo marido morreu devido a um ataque de tigres durante uma pesca, o seu irmão Nitai Mandal, 32 anos, e a sua mãe Lakshmi Mandal, 65 anos, remam um barco perto da floresta de Sundarban Tiger Reserve (STR) próximo da ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 20 de Novembro de 2020. De acordo com o director da Sundarban Tiger Reserve, Tapas Das, cinco pessoas foram mortas por tigres desde Abril. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Ashtami Mondal, 30 anos, cujo marido, Haripada, 31 anos, morreu na sequência de um ataque de tigres, leva a sua vaca a pastar junto à sua casa na ilha de Kumirmari, em Sundarbans, Índia, a 19 de Novembro de 2020.
Ashtami Mondal, 30 anos, cujo marido, Haripada, 31 anos, morreu na sequência de um ataque de tigres, leva a sua vaca a pastar junto à sua casa na ilha de Kumirmari, em Sundarbans, Índia, a 19 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Pessoas cortam ramos de árvores secas que rodeiam a ilha de Satjelia em Sundarbans, Índia, a 20 de Novembro de 2020.
Pessoas cortam ramos de árvores secas que rodeiam a ilha de Satjelia em Sundarbans, Índia, a 20 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Uma mulher pesca na margem de um rio perto da ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019.
Uma mulher pesca na margem de um rio perto da ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Um barco passa por uma ruptura de um aterro na ilha de Kumirmari, em Sundarbans, Índia, a 19 de Novembro de 2020.
Um barco passa por uma ruptura de um aterro na ilha de Kumirmari, em Sundarbans, Índia, a 19 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Nagin Munda, agricultor de 50 anos, caminha perto de uma ruptura de um aterro na ilha de Kumirmari, em Sundarbans, Índia, a 19 de Novembro de 2020. "Já não tenho peixes no meu lago, não tenho legumes na minha horta e metade da minha cultura de arrozal desapareceu", disse.
Nagin Munda, agricultor de 50 anos, caminha perto de uma ruptura de um aterro na ilha de Kumirmari, em Sundarbans, Índia, a 19 de Novembro de 2020. "Já não tenho peixes no meu lago, não tenho legumes na minha horta e metade da minha cultura de arrozal desapareceu", disse. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Quase todo o dinheiro que a mãe de Papri ganha todos os meses para gerir a casa e para a escola do filho vem da pesca e da captura do caranguejo. "Por mais difícil que seja, eu quero educá-la", disse Parul Haldar, 39 anos, cujo marido morreu atacado por tigres.
Quase todo o dinheiro que a mãe de Papri ganha todos os meses para gerir a casa e para a escola do filho vem da pesca e da captura do caranguejo. "Por mais difícil que seja, eu quero educá-la", disse Parul Haldar, 39 anos, cujo marido morreu atacado por tigres. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Namita Mondal, 32 anos, cujo marido morreu devido a um ataque de tigres, fala ao telemóvel perto da sua casa na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019.
Namita Mondal, 32 anos, cujo marido morreu devido a um ataque de tigres, fala ao telemóvel perto da sua casa na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Pessoas viajam num barco perto da ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019.
Pessoas viajam num barco perto da ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Um barco que transporta pessoas entre as ilhas passa por uma janela perto da ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019.
Um barco que transporta pessoas entre as ilhas passa por uma janela perto da ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
 Parul Haldar, 39 anos, cujo marido morreu na sequência de um ataque de tigres, posa para a fotografia enquanto rema o barco, passando por pequenas árvores que rodeiam a ilha de Satjelia em Sundarbans, Índia, a 21 de Novembro de 2020. "Se eu não for para a selva, não terei comida suficiente para comer", disse Haldar, que vai para a floresta duas vezes por mês para apanhar caranguejos, remando seis horas num barco raquítico juntamente com a sua mãe.
Parul Haldar, 39 anos, cujo marido morreu na sequência de um ataque de tigres, posa para a fotografia enquanto rema o barco, passando por pequenas árvores que rodeiam a ilha de Satjelia em Sundarbans, Índia, a 21 de Novembro de 2020. "Se eu não for para a selva, não terei comida suficiente para comer", disse Haldar, que vai para a floresta duas vezes por mês para apanhar caranguejos, remando seis horas num barco raquítico juntamente com a sua mãe. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Parul Haldar, 39 anos, cujo marido morreu devido a um ataque de tigres, mostra emoção enquanto separa o peixe que foi colocado numa rede pela sua família, na ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 20 de Novembro de 2020.
Parul Haldar, 39 anos, cujo marido morreu devido a um ataque de tigres, mostra emoção enquanto separa o peixe que foi colocado numa rede pela sua família, na ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 20 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Pessoas pescam num rio perto da ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019.
Pessoas pescam num rio perto da ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Um homem lê um pedaço de papel num restaurante na ilha de Gosaba, em Sundarbans, Índia, a 22 de Novembro de 2020.
Um homem lê um pedaço de papel num restaurante na ilha de Gosaba, em Sundarbans, Índia, a 22 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Namita Mondal, 32 anos, cujo marido morreu devido a um ataque de tigres, senta-se junto à sua casa na ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 21 de Novembro de 2020.
Namita Mondal, 32 anos, cujo marido morreu devido a um ataque de tigres, senta-se junto à sua casa na ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 21 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Papri Haldar, 11 anos, cujo pai foi morto por tigres, segura flores nas mãos na ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 20 de Novembro de 2020.
Papri Haldar, 11 anos, cujo pai foi morto por tigres, segura flores nas mãos na ilha de Satjelia, em Sundarbans, Índia, a 20 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Parul Haldar, 39 anos, cujo marido morreu devido atacado por tigres, penteia a sua filha Papri Haldar, 11 anos, na sua casa na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 20 de Novembro de 2020.
Parul Haldar, 39 anos, cujo marido morreu devido atacado por tigres, penteia a sua filha Papri Haldar, 11 anos, na sua casa na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 20 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
 Uma fotografia de Manoj Mondol, o marido de Namita Mondal que morreu num ataque de tigres, numa prateleira na casa de Mondol, na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 21 de Novembro de 2020.
Uma fotografia de Manoj Mondol, o marido de Namita Mondal que morreu num ataque de tigres, numa prateleira na casa de Mondol, na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 21 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Bonobibi, uma deusa que é adorada pela população local e pelos pescadores antes de entrar na floresta, na ilha de Gosaba, Sundarbans, Índia, 22 de Novembro de 2020.
Bonobibi, uma deusa que é adorada pela população local e pelos pescadores antes de entrar na floresta, na ilha de Gosaba, Sundarbans, Índia, 22 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Namita Mondal, 32 anos, cujo marido foi morto por tigres, chama um membro da família da sua casa na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019.
Namita Mondal, 32 anos, cujo marido foi morto por tigres, chama um membro da família da sua casa na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Arti Mondal, 70 anos, cujo marido morreu na sequência de um ataque de tigres há cerca de 20 anos, carrega uma pilha de arroz colhido enquanto trabalha num campo na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019.
Arti Mondal, 70 anos, cujo marido morreu na sequência de um ataque de tigres há cerca de 20 anos, carrega uma pilha de arroz colhido enquanto trabalha num campo na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Sarodini Mondal, 52 anos, cujo marido morreu devido a um ataque de tigres, posa para a fotografia no exterior da sua casa na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 15 de Dezembro de 2019.
Sarodini Mondal, 52 anos, cujo marido morreu devido a um ataque de tigres, posa para a fotografia no exterior da sua casa na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 15 de Dezembro de 2019. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Calças pertencentes a Manoj Mondal, recuperadas depois de Mondal ter sido atacado por um tigre, jazem no chão da sua casa na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019.
Calças pertencentes a Manoj Mondal, recuperadas depois de Mondal ter sido atacado por um tigre, jazem no chão da sua casa na ilha de Satjelia, Sundarbans, Índia, a 16 de Dezembro de 2019. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Peixe exposto num mercado na ilha de Gosaba, Sundarbans, Índia, a 22 de Novembro de 2020.
Peixe exposto num mercado na ilha de Gosaba, Sundarbans, Índia, a 22 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
Uma mulher vende peixe num mercado na ilha de Gosaba, Sundarbans, Índia, a 22 de Novembro de 2020.
Uma mulher vende peixe num mercado na ilha de Gosaba, Sundarbans, Índia, a 22 de Novembro de 2020. Reuters/ANUSHREE FADNAVIS
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