No dia da sua morte, Vicente Jorge Silva foi justamente celebrado como um grande jornalista, mas quis o destino – ou a história transfigurada em destino – que ele se tornasse, post mortem, um eloquente motivo para uma análise do narcisismo exasperado do jornalismo, essa afectação do ego que origina dilatações tão ingénuas como as erecções infantis.
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