Violência doméstica: “Se ocorrer alguma coisa, estamos aqui”

Com todos os sinais de alarme a disparar, as polícias receberam orientações para se manterem atentas aos casos conhecidos de violência doméstica. No Gabinete de Apoio à Vítima da PSP do Porto, nenhuma vítima se perdeu.

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A agente da PSP Conceição Rodrigues, de 39 anos

A agente Conceição Rodrigues recebeu o alerta, como todos os colegas do Gabinete de Apoio à Vítima da Polícia de Segurança Pública do Porto. A pandemia de covid-19 criara a tempestade perfeita: vítimas e agressores semanas a fio em casa, como que cortados do mundo, em eventual stress financeiro. Era preciso contactar todas as pessoas que no último ano se tinham queixado de violência doméstica, mesmo que o seu processo tivesse sido arquivado.