Economia, Hong Kong e limpeza de imagem – China lança-se numa espécie de normalidade

Congresso Nacional chinês arrancou esta sexta-feira, com uma mensagem clara: agora é preciso focar as atenções nas sequelas da pandemia. Omissão de meta de crescimento económico e pressão sobre Hong Kong marcam sessão inaugural.

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Entrada de jornalistas no Congresso foi limitada EPA/Ng Han Guan / POOL
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Parada militar junto à Cidade Proibida, em Pequim EPA/ROMAN PILIPEY / POOL
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Sessão plenária inaugural juntou quase 3 mil delegados no Grande Salão do Povo (Pequim) Reuters/CARLOS GARCIA RAWLINS
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Cartaz do Presidente Xi Jinping Reuters/THOMAS PETER

Teve de se realizar mais de dois meses depois do previsto e as restrições de ordem sanitária deram um tom diferente à sua sessão inaugural, mas o Congresso Nacional Popular chinês – momento solene do calendário político do regime e ocasião soberana para se elencarem sucessos e se definirem objectivos – arrancou esta sexta-feira, em Pequim. No Grande Salão do Povo, na Praça Tiananmen, o Partido Comunista (PCC) quis passar a mensagem de que o perigo imediato da pandemia do coronavírus faz parte do passado e que o regresso à normalidade é o presente e o futuro da China.