Museu Bordalo Pinheiro online com mais de 13 mil obras

O visitante pode pesquisar, partilhar e compor a sua própria colecção. É uma forma de explorar o universo bordaliano enquanto as portas do museu estão fechadas – mas há outras.

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Capas do jornal A Paródia, fundado por Bordalo em 1900 Museu Bordalo Pinheiro
Museu Rafael Bordalo Pinheiro
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Terrina (cabeça de porco) de Rafael Bordalo Pinheiro Museu Bordalo Pinheiro
,Tartaruga-comum
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Tampa de caixa moldada em barro vermelho (Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, 1890) Museu Bordalo Pinheiro
,Zé Povinho
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Caixa de cerâmica Toma (Rafael Bordalo Pinheiro, 1904) Museu Bordalo Pinheiro
Museu Rafael Bordalo Pinheiro
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Penico John Bull (Rafael Bordalo Pinheiro, 1890) Museu Bordalo Pinheiro
Museu Rafael Bordalo Pinheiro
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Sala de Cerâmica do Museu Bordalo Pinheiro. Em pé, junto à Talha Manuelina, Artur Cruz Magalhães, fundador do museu Museu Bordalo Pinheiro
Museu Rafael Bordalo Pinheiro
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Rafael Bordalo Pinheiro retratado com os seus gatos (c. 1890/autor desconhecido) Museu Bordalo Pinheiro

Mesmo com tanta arte e influência de Rafael Bordalo Pinheiro espalhada pelo país (e pelas casas de tantos portugueses), nada se compara a uma visita àquele que se apresenta como “o museu mais divertido de Lisboa”. Pode estar fechado, mas a diversão continua – agora à distância.

Para colmatar o período de encerramento temporário (as portas fecharam a 13 de Março e têm reabertura anunciada para 18 de Maio), o Museu Bordalo Pinheiro acaba de abrir ao público um inventário online com cerca de 13.200 registos de peças do artista — e também do filho, Manuel Gustavo.

Construído a partir do acervo privado de Ernesto Cruz Magalhães, fundador do museu, o espólio tem crescido e enriquecido ao longo de mais de um século. A plataforma colecao.museubordalopinheiro.pt permite pesquisar, partilhar e até guardar os itens favoritos numa colecção virtual construída por cada visitante. 

Esta é só uma das formas de usufruir do museu à distância. Também é possível explorar, em casa, o universo bordaliano num “quem é quem” sobre os seus contemporâneos, em filmes que vão aos pormenores das peças, através de estudos sobre a obra e o artista ou em actividades para crianças e famílias que tanto as desafiam para uma espécie de “Onde está o Bordalo (com seu monóculo e bigode)?” como a tentar desenhar um Zé Povinho do século XXI. 

 

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