O CCB é agora uma Cidade Digital

Através de portas virtuais, convidam-se os visitantes a entrar para ouvir música, assistir a conferências e conversas, ver espectáculos ou pôr os mais novos a participar nas oficinas da Fábrica das Artes.

Mário Laginha
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Mário Laginha DR

Em tempos de pandemia, o Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, transforma-se numa Cidade Digital.

Agora através de portas virtuais, convidam-se os visitantes a entrar para ouvir música, assistir a conferências e conversas, ver espectáculos gravados no edifício ou pôr os mais novos a participar nas oficinas da Fábrica das Artes.

Nesta sexta-feira, o programa dá Carta Branca a Mário Laginha. O espectáculo, gravado em 2016 e disponível na RTP Play, é o resultado do desafio lançado pelo CCB ao pianista, reconhecido pela sua criatividade e desassossego artístico. Inspirado e dedicado à música africana, vem com convidados especiais: Julian Argüelles (saxofone), Helge Norbakken (percussão), Alexandre Frazão (bateria), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Tcheca (guitarra e voz).

Carta Branca a Mário Laginha

No cabaz do dia, há ainda a conferência de arquitectura No Interior da Coreia do Norte, dada por Oliver Wainwright há um ano no âmbito das Conferências da Garagem, e mais um episódio da série 2084 – Imagine, agora com Graça Castanheira a entrevistar o investigador neozelandês Adrien Currie, que se dedica “ao estudo dos riscos que podem levar à extinção da nossa espécie”.

2084 – Imagine

Na próxima semana, a agenda passará por um Especial Dias da Música, a Sopa Nuvem da Companhia Caótica – um thriller gastronómico para crianças –, e a conferência de Samia Henni sobre Arquitectura da Contrarrevolução, entre outras actividades.

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