Fotogaleria
As pernas robóticas são controladas através da actividade cerebral do utilizador TERESA PACHECO MIRANDA
Fotogaleria
Carla Pais Vieira, uma das investigadoras do projecto, com o exoesqueleto "vestido" TERESA PACHECO MIRANDA

Projecto português desenvolve um exoesqueleto para paraplégicos

Um grupo de investigadores da Universidade Católica Portuguesa desenvolveu um projecto que inclui um par de pernas robóticas controladas pelo cérebro do utilizador. Ainda que não seja inovadora, este tipo de investigação pode ser um avanço para devolver a mobilidade a pessoas que perderam a capacidade de andar.

Há todo um processo para que possamos visualizar o fruto do trabalho de um grupo de investigadores portugueses que quer devolver capacidade de caminhar a pessoas que a perderam. E Carla Pais Vieira, uma das investigadoras do projecto, sabe-o quase todo de cor — já se tornou uma espécie de rotina. Primeiro há que “vestir” o exoesqueleto: ajustar as medidas da máquina às pernas, braços, costas e calçar as sapatilhas. Depois é altura de colocar a touca que vai permitir analisar a actividade cerebral da investigadora. As duas muletas, um dos últimos passos, não são essenciais, mas vão ajudá-la a iniciar a marcha.