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Um graffitti do artista 'Loretto' com o primeiro-ministro Boris Johnson e alguns dos seus ministros,Um graffitti do artista 'Loretto' com o primeiro-ministro Boris Johnson e alguns dos seus ministros FACUNDO ARRIZABALAGA/EPA,FACUNDO ARRIZABALAGA/EPA
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Manifestante anti-Brexit na Praça do Parlamento, esta quinta-feira, em Londres,Manifestante anti-Brexit na Praça do Parlamento, esta quinta-feira, em Londres NEIL HALL/REUTERS,NEIL HALL/REUTERS
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Reuters/HANNAH MCKAY
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Manifestação em Londres contra o primeiro-ministro Boris Johnson Toby Melville/REUTERS

“Brexit”: pode o dia que nunca mais chegava sarar um país?

Reino Unido abandona UE três anos e meio depois do referendo e no final de um processo político, social e institucional divisivo e desordeiro, que abalou a sua democracia e a mudou para sempre. Cameron, May e Corbyn foram as vítimas de um triunfo inquestionável de Johnson.

Fim de ciclo para uns, início de capítulo para outros, início do fim do Reino Unido e da União Europeia como os conhecemos. Três anos e meio volvidos do referendo que mudou para sempre a política e o debate público britânicos, está aí o dia que nunca mais chegava (e que alguns sonharam que nunca chegaria). Neste 31 de Janeiro de 2020, o quarto Brexit Day, depois de falhados os três anteriores, o Reino Unido desfilia-se do clube europeu e recebe o título inédito de ex-Estado-membro, 47 anos depois de ter aderido.