Opinião

O CDS virou a página, para a direita

A falta de respeito institucional pelas referências do portismo foi sendo um sinal de como a reverência e admiração pelos herdeiros de Portas se esfumou nos últimos dois anos.

O portismo morreu, na liderança do CDS. No mesmo distrito, Aveiro, que seis vezes elegeu Paulo Portas como cabeça de lista em legislativas e, por duas vezes, o levou a número dois de governos de coligação com o PSD, o portismo na liderança foi enterrado com pompa e circunstância e respeitando a tradição da história do CDS de que os candidatos que entram nos congressos ungidos pelas direcções cessantes, acabam por perder contra os neófitos que os desafiam.