Uma escultora-poeta entre o surrealismo e a ficção científica

A Fundação Cupertino de Miranda, em Famalicão, inaugura esta sexta-feira a exposição retrospectiva da obra de Isabel Meyrelles, Como sombra a vida foge. É a homenagem a uma artista que, aos 90 anos, continua a inventar as suas metamorfoses.

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Transporte da escultura de homenagem a André Breton Nelson Garrido
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Exposição Como a sombra a vida foge Nelson Garrido
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Exposição Como a sombra a vida foge Nelson Garrido
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Exposição Como a sombra a vida foge Nelson Garrido
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Exposição Como a sombra a vida foge Nelson Garrido
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Isabel Meyrelles Cortesia Fundação Cupertino de Miranda
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Marlene Oliveira, co-curadora da exposição Nelson Garrido

Foram precisos oito homens para transportar cada uma das duas esculturas agora ampliadas e fundidas em bronze com que a Fundação Cupertino de Miranda (FCM), em Vila Nova de Famalicão, decidiu prolongar para a posteridade a homenagem que faz a Isabel Meyrelles, no 90.º aniversário da artista e poeta.