Surpresa no último monumento do ano

Como habitualmente, o Giro da Lombardia, com muita montanha, foi ganho por um “voltista”, com Mollema a suceder a Thibaut Pinot.

Mollema celebra em Como
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Mollema celebra em Como DR

Bauke Mollema (Trek) venceu o Giro da Lombardia, a última das cinco provas-monumento da temporada, as mais importantes clássicas do ciclismo (na Primavera correram-se a Milão-Sanremo, a Volta a Flandres, a Paris-Roubaix e a Liège-Bastgone-Liége).

Neste sábado, o ciclista holandês – que já venceu etapas no Tour e na Vuelta, mas que estava longe de ser dos principais favoritos – conseguiu a maior vitória da carreira, atacando na penúltima subida do dia, a cerca de 20 quilómetros do final. O trepador, de 32 anos, aproveitou a passividade do restante grupo e chegou isolado à meta instalada em Como, no norte de Itália.

Primoz Roglic ainda tentou alcançar Mollema, mas não só falhou o objectivo como ainda foi ultrapassado por vários ciclistas. Aos 39 anos, Alejandro Valverde voltou a demonstrar a habitual regularidade, ficando em segundo lugar, enquanto o vencedor do Tour 2019, Egan Bernal, foi o terceiro a cortar a meta. Rui Costa e José Gonçalves, os portugueses que iniciaram esta prova, não concluíram a corrida.

Como habitualmente, o Giro da Lombardia, com muita montanha, foi ganho por um “voltista”, com Mollema a suceder a Thibaut Pinot (2018), Vincenzo Nibali (2017 e 2015), Esteban Chaves (2016) ou Joaquín Rodríguez (2012 e 2013).