Hamilton domina Mundial com sexto triunfo em oito possíveis

Piloto inglês soma, em França, a quarta vitória consecutiva em 2019, e deixa Bottas a 36 e Vettel a 76 pontos da liderança.

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Lewis Hamilton alcançou este domingo, em Paul Ricard, no Grande Prémio de França, o 79.º triunfo da carreira (ficou a 12 do recordista Michael Schumacher), vincando a hegemonia absoluta da Mercedes ao vencer, confortavelmente — com 18 segundos de vantagem sobre o companheiro de equipa, Valtteri Bottas — a oitava prova do Campeonato do Mundo de  em Fórmula 1.

Dono da pole position, após ter estabelecido na qualificação o recorde do circuito de Le Castellet, Lewis Hamilton liderou pela 49.ª vez na carreira desde o acender do semáforo verde até à bandeira de xadrez, reservando pela sexta vez (quarta consecutiva) o primeiro lugar do pódio na temporada 2019.

O finlandês Valtteri Bottas, vice-líder, a 36 pontos do campeão em título, secundou Hamilton (a 18,056s do inglês) e garantiu a sexta “dobradinha” da Mercedes, resistindo à aproximação final do Ferrari do monegasco Charles Leclerc (terminou a 18,985s do vencedor), terceiro no GP de França.

Tal como Leclerc, o holandês Max Verstappen (Red Bull) concluiu a corrida na posição em que alinhou à partida, à frente do Ferrari de Sebastian Vettel, que, praticamente sem possibilidades de entrar na discussão pelo primeiro lugar, conseguiu apenas superar os McLaren de Carlos Sainz e Lando Norris para ganhar duas posições em relação ao sétimo lugar conquistado na modesta qualificação. Já a “irrecuperáveis” 76 pontos de Hamilton (e 40 de Bottas), o piloto alemão, que tem Verstappen a 11 pontos, vê cada vez mais reduzidas as possibilidades de poder lutar pelo título de campeão, apesar de ter minimizado os danos de um fim-de-semana infeliz ao registar a volta mais rápida em Paul Ricard, o que lhe rendeu o bónus de um ponto.

No final, Hamilton realçou mais uma vez o trabalho da equipa e a satisfação de correr em França, onde ganhara em 2018: “Nunca me canso disto. Trata-se de uma excelente pista, com muitas partes técnicas”, destacou, perante um Bottas visivelmente inconformado.

“Preciso de trabalhar mais, pois ele não é imbatível. Mas reconheço que esteve muito forte”, admitiu o finlandês.