Ana Bacalhau estreia-se a solo com Nome Próprio

O álbum da vocalista dos Deolinda tem edição marcada para 20 de Outubro. O primeiro single, Ciúme, foi revelado esta quinta-feira.

Ana Bacalhau contou com a colaboração de Samuel Úria, Afonso Cruz, Capicua, Márcia ou Carlos Guerreiro
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Ana Bacalhau contou com a colaboração de Samuel Úria, Afonso Cruz, Capicua, Márcia ou Carlos Guerreiro DR

Que há vida para Ana Bacalhau além dos Deolinda, já sabíamos, porque já a víramos em concertos a solo e já a víramos, por exemplo, homenagear Joni Mitchell ao lado de Aline Frazão, Luísa Sobral ou Amélia Muge. Mas essa vida ganha agora existência física, palpável. Ganha vida redonda – de disco, entenda-se. Nome Próprio, estreia a solo de Ana Bacalhau, tem edição marcada para 20 de Outubro e esta quinta-feira foi lançado o primeiro single, Ciúme, composto por Miguel Araújo.

Com produção de João Bessa e Ana Bacalhau, Nome Próprio contou com a colaboração de Samuel Úria, Jorge Cruz, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro e Francisca Cortesão. A banda que acompanhou Ana Bacalhau nas gravações, e que será também a sua banda de palco, é composta por Luís Figueiredo (teclados), Luís Peixoto (cavaquinho, bouzouki e banjo), Alexandre Frazão (bateria e percussão) e Zé Pedro Leitão, seu companheiro nos Deolinda (contrabaixo e baixo). No single Ciúme, além destes, ouvimos dois convidados, o guitarrista Mário Delgado e, no cavaquinho, Amadeu Magalhães.

Em comunicado enviado à imprensa, Ana Bacalhau apresenta assim Nome Próprio: "Tenho bichos-carapinteiros. Também são carpinteiros, claro, mas, sobretudo, carapinteiros. Quando era miúda, ouvia os graúdos a apontar-me o excesso de energia e inquietação e, sem perceber nada de carpintaria, convenci-me que o que me diagnosticavam era um caso bicudo de bichos que cara-pintavam. Houve um dia que pediram um palco para si." Esse dia chegou agora.