“Travelling with Tânia” até à Coreia do Norte

O inacabado Ryugyong Hotel , o maior edificio da DPRK destaca-se na paisagem
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O inacabado Ryugyong Hotel , o maior edificio da DPRK destaca-se na paisagem

“Na Coreia do Norte não podemos fazer levantamentos de dinheiro, não existe multibanco, não aceitam cartões e, por lei, não podemos ver o dinheiro deles. Eles só aceitam dólares, euros e iénes. Há um plano de viagem, mas nós nunca sabemos muito bem o que vamos fazer, porque há muita coisa que é mudada à última da hora” e, talvez por isso, a viagem seja tão dispendiosa e tão controlada – nada pode fugir ao controlo dos oficiais e só é possível ver o que “eles querem que seja visto”. Em Novembro de 2016, Tânia Neves partiu da China com um grupo de 36 pessoas, porque “viajar para a Coreia do Norte é caro”, mas possível. Ficou instalada num hotel “no meio de uma ilha”. Correcção. Ficou instalada no único hotel da Coreia do Norte. "Só há um hotel" — diz entre risos — "toda a gente fica no mesmo hotel. Eles dizem que têm mais, claro, mas eu, como sempre li muito sobre este país, porque sempre fui um bocado fascinada por aquele pedaço de terra proibida, por assim dizer, sei que não. O hotel é no meio de uma ilha, precisamente para ninguém sair dali. Eles, na realidade, têm um outro hotel que é muito conhecido, que está em construção desde os anos 80, é o edifício mais alto de Pyongyang. Nunca vai ser reconstruído, está vazio por dentro. Mas claro, quando os turistas chegam lá, eles orgulham-se muito e dizem sempre que 'vai abrir no Verão'. Ninguém sabe em que Verão, mas vai sempre abrir no Verão." Lê a entrevista completa.

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Cheerleaders de Pyongyang
Paisagem noctura de Pyongyang
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