Éder evita derrota do Sp. Braga já nos descontos

ra esteve a perder, deu a volta ao marcador e permitiu o empate (2-2) no tempo de compensação.

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Miguel Riopa/AFP

Numa noite de chuva e vento a rodos, Paços de Ferreira e Sporting de Braga conseguiram fazer do jogo que encerrou a 31.ª jornada da Liga um duelo cheio de pontos de interesse. Os visitantes adiantaram-se no marcador no Estádio Capital do Móvel, mas acabaram a sofrer, alcançando o empate (2-2) já no tempo de compensação.

Foi através do jogo aéreo que o Sp. Braga fez mossa na área pacense. A fechar a primeira parte, um pontapé de canto de Pardo foi aproveitado por Aderlan Santos para fazer o quinto golo da época, ultrapassando os quatro da temporada anterior.

Os minhotos saíam para o intervalo em vantagem e voltavam com uma alteração (troca de Pedro Santos por Salvador Agra). Mas seria o Paços a mostrar atributos: aos 55’, Hélder Lopes cruzou a partir do lado esquerdo, a bola ainda desviou em Tiago Gomes e sobrou para Hurtado, que atirou para o empate.

Os anfitriões aproveitaram o bom momento e ainda viram a bola embater na trave da baliza de Matheus (após um livre de Hélder Lopes) antes de chegarem à vantagem, na sequência de um canto directo. Aos 69’, Rúben Pinto bateu largo e surpreendeu o guarda-redes brasileiro, colocando o Paços em vantagem.

Sérgio Conceição arriscou, então, com a entrada de Rafa (mais veloz e imprevisível) para o lugar de Luiz Carlos e, já nos últimos minutos, chamando Alan para ocupar a vaga de Pedro Tiba. Já depois de Bruno Moreira ter desperdiçado a hipótese do 3-1, numa jogada em que Matheus estava longe das redes, chegaria o golo do empate. Aos 90+4’, Pardo arrancou um cruzamento de trivela para a pequena área, onde surgiu Éder a desviar de cabeça, para o 2-2 .

O empate serviu ao Sp. Braga para garantir, no mínimo, o quinto lugar neste campeonato (e ainda tem uma vantagem de cinco pontos sobre o quinto, o Vitória de Guimarães) e ao Paços de Ferreira (agora em igualdade pontual com o Belenenses) para se colocar em boa posição para assegurar o sexto, a última vaga de acesso à Europa.

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