Usain Bolt e a retirada após 2016: “Estou a reconsiderar”

Velocista jamaicano admite correr mais um ano após os Jogos do Rio de Janeiro, mas não pensa continuar até Tóquio 2020.

"Mais rápido que um relâmpago", a autobiografia de Usain Bolt
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"Mais rápido que um relâmpago", a autobiografia de Usain Bolt Neil Hall/Reuters

Afinal, Usain Bolt pode não abandonar as pistas após os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, como já afirmara em mais que uma ocasião.

Nesta quinta-feira, em Londres, durante a apresentação da autobiografia “Faster than Lightning”, o velocista jamaicano admitiu que pode continuar no atletismo pelo menos mais um ano após participar nos Jogos brasileiros.

“Estou a reconsiderar. Os meus fãs têm mostrado alguma preocupação com a minha possível reitrada. Eles e os meus patrocinadores. Tenho falado disso com o meu treinador e ele diz que é possível. Vamos ver o que acontece. Mas está nas cartas que eu vou continuar mais um ano”, afirmou o homem mais rápido do mundo.

Mas Bolt não pensa prolongar a carreira até 2020 para estar nos Jogos de Tóquio: “Seria um longo caminho, mas, se eu ganhar os próximos Jogos Olímpicos, já terei feito tudo aquilo que queria fazer na minha carreira. Logo, não haveria razão para continuar.”

Bolt tem sido o grande dominador da velocidade nos últimos anos. O jamaicano conquistou a medalha de ouro nos 100m e 200m (distâncias em que é o recordista mundial) e na estafeta de 4x100 em Pequim 2008 e Londres 2008, tendo ainda no currículo mais oito medalhas de ouro em Mundiais de atletismo entre 2009 e 2013.

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