Pinto da Costa não fala sobre a renovação do contrato de Vítor Pereira

O presidente do FC Porto, Pinto da Costa, assegurou neste terça-feira estar satisfeito com o desempenho do treinador da equipa de futebol dos “dragões”, Vítor Pereira, apesar de dizer: “Hoje não é dia para falar sobre a renovação”.

"Só sairá alguém se pagarem a cláusula de rescisão”, garante Pinto da Costa
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Pinto da Costa não desvalorizou a Liga Europa Paulo Pimenta

O presidente portista, que não quis comentar a situação do técnico “azul e branco”, esteve na cerimónia da entrega do prémio de excelência médica da FIFA à Clínica Espregueira Mendes, no Dragão Caixa, na qual também esteve presente o secretário de Estado do Desporto e da Juventude, Alexandre Mestre, e o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Gomes.

“Se não estivesse agradado com o desempenho de Vítor Pereira era porque havia alguma coisa de errado em mim. Mas hoje não é dia para falar sobre a renovação”, esclareceu o dirigente do FC Porto.

A poucas horas do FC Porto disputar o jogo da primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões, frente ao Málaga, Pinto da Costa mostrou-se satisfeito com o desempenho da equipa na prova europeia. “Estar nos ‘oitavos’ da Liga dos Campeões significa que vencemos e isso é sempre bom. Esta é a prova mais importante. Naturalmente que não vou desvalorizar a Liga Europa, na qual também andam grandes clubes, e outros nem lá chegaram, como o Manchester City, por exemplo. Mas esta é, naturalmente, a grande prova do futebol mundial”, afirmou Pinto da Costa.

O presidente dos “dragões” avaliou positivamente a sua equipa, realçando que esta fará “tudo para vencer” a formação espanhola.

Questionado pelos jornalistas, Pinto da Costa escusou-se a comentar a grande penalidade assinalada pelo árbitro Nuno Almeida na recepção do Benfica à Académica, no domingo, em jogo da 19.ª jornada da I Liga, e cuja conversão, por Lima, ofereceu a vitória aos “encarnados”. “Deve ter sido uma coisa especial, para me fazerem essa pergunta, mas não posso responder porque não vi”, concluiu.

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